CONHEÇA OS AMIGOS DE SEUS FILHOS
Dicas e Sugestões
Em seu proeminente livro The Four Loves (Os
Quatro Amores), C. S. Lewis discute amplamente o bem e o mal que
os amigos podem promover. Ele destaca esta maravilho-sa dádiva,
chamada amizade, que pode trazer muito prazer e alegria a nossa
vida e tam-bém nos afastar de Deus. A amizade pode encorajar
os cristãos a resistirem à persegui-ção
ou a se unirem a indivíduos maus que lutam contra suas
posições. Sim, até mesmo Hitler teve amigos.
Os pais necessitam estar totalmente cientes
das amizades que gravitam em torno de seus filhos, e vice-versa,
e envolverem-se proativamente nessas amizades. Seu po-tencial
para o bem ou para o mal – é tremendo. Esta é,
no entanto, outra extensão do princípio bíblico:
“Procura conhecer o estado das tuas ovelhas” (Provérbios
27:23).
Características-chave dos “Bons”
Amigos
1. Amam a Deus – não
importa se os amigos de seus filhos são ricos ou pobres,
ou sua cor ou raça; se tiverem o amor a Deus podem ser
recomendados. Necessitamos empenhar-nos ativamente para que outras
crianças cristãs brinquem com nossos filhos.
2. Bom Relacionamento com Seus Pais
– o bom relacionamento entre pais e filhos é a comunicação
mais necessária e afirmativa mesmo em tempos de dificuldade.
3. Espírito Bondoso e Não
Maldoso – as pessoas que podem ferir profunda-mente
seus filhos são muitas vezes os de sua idade. Esteja atento
se o seu filho está as-sociado a alguém que você
julga possuir um espírito maldoso.
4. Amante da Alegria –
encoraje seu filho a passar momentos maravilhosos quanto estiver
brincando e encontre amigos que complementem essa atitude contagiosa.
5. Desejo Pela Excelência –
as crianças que são inclinadas a melhorar seus talentos
e habilidades em vez de vegetar em frente da televisão,
pode exercer uma influ-ência fantástica sobre seus
filhos, ajudando-os a descobrirem seus talentos desconheci-dos
e dando-lhes confiança para serem excelentes.
Encaminhe Seu Filho Mais Velho para os
Devidos Amigos
Se certos amigos são realmente uma
má influência, você pode proibir seu filho
de estar na companhia deles. Mas isso, muitas vezes, produz rebelião
e deveria ser apenas feito como último recurso. Dois métodos
sempre deveriam ser tentados primeiro.
1. “Postura de Desaprovação”
– Ou seja, se você sente que um amigo não é
uma boa influência, sutilmente, mostre-lhe sua falta de
entusiasmo. Não discuta. Não faça ameaças.
Você pode dizer (sem demonstrar emoções) algo
como: “Sabe, estou um pouco preocupado a respeito (nome)”.
Quando seu filho pedir detalhes, mantenha a calma e divague: “Não
sei se gostaria que fulano/a fosse seu/sua amigo/a chegado”.
Pare aí. O excesso de reclamações muitas
vezes irá encorajar seu filho a defender o/a amigo/a, au-mentando
assim a lealdade para com ele/a.
2. Aprovação Prática
– Com os pré-adolescentes, os pais podem incentivar
bo-as amizades e evitar as más com decisões simples.
Quando os amigos que são boas influências e desejam
vir a sua casa, você demonstra alegria e vai buscá-los
(qualquer que seja o sacrifício) e levá-los de volta.
Quanto aos que são más influências, você
dificul-ta a situação. Haverá momentos quando
você deverá conversar com seu filho abertamen-te
a respeito da influência negativa de certos amigos. Uma
conversa amigável, não amea-çadora, irá
explicar porque você está tão preocupado.
Novamente, seu filho pode não concordar com sua argumentação,
mas ele deve ter a certeza de que você tem em conta os melhores
interesses do coração.
Adaptado de Raising Children to Adore God.
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VOCÊ SABIA?
* Mais de 20 milhões de famílias,
nos Estados Unidos, têm um filho com necessidades especiais
– ou seja, cerca de uma em cada três famílias.
Tween Ages, janeiro/fevereiro 2004; “Special Kind of Love”,
p. 4.
* As crianças com uma vida spiritual rica têm menor
probabilidade de desenvolverem problemas mentais, sugere um artigo.
“A participação na comunidade da fé
parece prover proteção contra a depressão,
a ansiedade, as desordens comportamentais”, diz Katheleen
Kovner Kline, MD., investigadora da Comissão de Crianças
em Risco.
Parents, abril de 2004, “The Benefits of Faith”, p.
151.
* O divórcio causa um impacto tremendo nos filhos. As crianças
cujo pai está ausente:
* Têm quase 7 vezes mais possibilidade de abandonar os estudos.
* Têm quatro vezes e meia mais possibilidades de cometer
suicídio.
* Têm seis vezes e meia mais possibilidades de engravidar
na adolescência.
* Têm vinte e quatro vezes mais possibilidades de fugir.
* Têm quinze vezes mais possibilidades de manifestar desordens
comportamen-tais.
www.connectwithkids.com/tipsheet/2004/167_mar10/divo.html
“Divorce Anger Lasts”
* De acordo com Mark Shriver, vice-presidente e diretor gerente
dos Save the Children’s U. S. Programs (Programas Americanos
Salve as Crianças), “Melhorar a habilidade de leitura
da criança é a forma mais importante de ajudar a
criança a obter as habilidades e confiança de que
necessitam para romperem com o ciclo da pobreza e terem uma vida
melhor.”
www.savethechildren.org/usa/war_on_poverty.asp
“War on Poverty Undate: Helping Children Break the Cycle
of Poverty”, 26/03/2004.
Evangelizing Today’s Child, julho/agosto
de 2004.